A Batalha Do Orgulho No Crente

O conhecimento é vital e excelente, mas pode facilmente aumentar o orgulho e a vanglória. O apóstolo cita três virtudes (explicadas aqui) que dissolvem o orgulho e fazem do conhecimento uma fonte de bênção para a igreja.

Os Servos de Cristo Jamais Atado

Uma passagem que fala sobre as situações que colocam os crentes em desvantagem e a maneira correta de lidar com elas, começando pela escravidão ou qualquer outra posição onerosa na vida que nos aprisione. Em seguida, Paulo se dirige aos crentes solteiros e casados. Aqui temos grandes estímulos prioritários para todos.

A Heresia Da “Liberdade”

Uma heresia que se espalhou para as igrejas evangélicas em todos os lugares é a noção de que a liberdade cristã liberta os cristãos de terem que seguir regras e evitar atividades mundanas. Aqui mostramos as respostas de Paulo a tais afirmações e seu poderoso remédio para evitar a imoralidade.

Pureza e Felicidade da Igreja

A igreja de Corinto estava orgulhosa quando deveria ter sofrido profundamente com o estado poluído em que o “corpo” estava porque o incesto havia sido tolerado. Aqui é explicado o modelo de disciplina, também a propagação potencial do pecado e, positivamente, a contínua “festa” de alegria da verdadeira igreja.

Restauração Do Poder Espiritual

Os pregadores coríntios deixaram de lado a autoridade apostólica e falharam em abordar muitas questões vitais (listadas aqui). Paulo dá um mandato obrigatório para seguir a “igreja modelo” das Escrituras, tão negligenciada hoje. Um ministério completo e fiel receberá poder de conversão e edificação.

Deveres e a Vida de um Ministro

Como avaliar e considerar os pregadores – aqui estão explicados os padrões do apóstolo. O problema das panelinhas, suas causas e cura; também o estilo de vida simples e razoável dos servos de Deus exigido pelo exemplo apostólico, e o contraste visto hoje em pregadores ‘celebridades’.

Edifício Espiritual

Paulo nos fala sobre o crescimento da igreja, advertindo que os corações dos crentes podem ser conquistados pela carne em grande medida. Ele também explica que ganhar almas é obra de Deus e devemos ter cuidado como construímos. Aqui estão explicadas as aplicações; e fala do caso daqueles que perderão uma recompensa, mas serão salvos … Continued

Coisas Que Só os Crentes Veem

O apóstolo nos ensina a cegueira espiritual de nosso estado não convertido e o contrasta com as maravilhas reveladas no Evangelho, incluindo glórias futuras (aqui descritas). Aqui também é explicado o significado de “comparar coisas espirituais com a espiritual”, julgar todas as coisas e “viver” a mente de Cristo.

Deus “Contraria” a Sociedade

Esta passagem começa com a cegueira do homem para as coisas de Deus, provando que somente o poder divino pode despertar as almas perdidas. De fato, Deus chama os humildes para trazer luz e vida aos sábios e “exaltados” para mostrar que toda a glória é devida a Ele.

A Verdadeira Fonte de Poder

Para que o Evangelho seja crível (como ensinavam os coríntios), precisamos de personalidades ou pregadores conspícuos. Aqui Paulo proclama a verdadeira fonte do poder espiritual, isto é, a pregação da cruz de Cristo, e porque é “loucura” para os que perecem e poder para os salvos.

Um Manual para a Vida Devota

Este primeiro estudo de uma nova série em 1 Corintios explora os grandes temas dos versículos iniciais: as credenciais de um pregador, a definição de uma igreja, a graça como base de todas as bênçãos, as características da conversão e as maravilhas da parceria com Cristo.

As Boas Obras do Crente

O apóstolo ordena a sujeição às autoridades constituídas e proíbe a difamação deles ou de outros. Ele revisa as nossas vidas passadas, e dá-nos um vislumbre de 14 pontos da poderosa obra de Deus em nosso interior, movendo-nos a trabalhar pela salvação de outros.

Deus Treinando os Crentes

Um conceito aparentemente incomum, porém crucial, dado por Paulo nesta passagem, é que a graça nos disciplina e treina. Neste sermão vemos como isso acontece, juntamente com o notável resumo das metas e objetivos do crente neste mundo presente, enquanto eles aguardam ardentemente pelo retorno do Senhor.

O Conceito de Ministério de um Apóstolo

Em primeiro lugar vem a dependência das orações dos crentes, especialmente para liberdade de pregação e clareza na mesma – e o que isso significa para os nossos dias. Vemos também os componentes vitais para o ministério bíblico, e o comovente conceito do que é ser um embaixador em cadeias.

A Espada do Espírito

Na metáfora do soldado, a espada do Espírito representa a obra evangelística da igreja. Este sermão apresenta o poder penetrante, perscrutante e persuasivo do Evangelho ao ser proclamado pelos apóstolos. Uma igreja ou um crente que não proclama a salvação são como um soldado sem espada.

O Capacete da Salvação

O capacete é a esperança ou antecipação da salvação final. Quando a glória do Céu raiar sobre as nossas almas e virmos a Cristo, que é o maior de todos os incentivos que temos para servi-Lo. Temos aqui a ênfase do Senhor na vida eterna e a experiência do crente na morte.

O Grande Propósito do Cristão

O terceiro componente da armadura do cristão, o calçado, retrata-nos em nossa marcha rumo ao evangelismo. Trata-se da prontidão para a obra de evangelizar. Vemos aqui algumas das partes essenciais dessa prontidão e os meios providos por Deus para que estas permaneçam presentes no coração.

A Couraça da Justiça

Nesta passagem, o apóstolo nos mostra como a retidão opera para proteger o coração ou as afeições do salvo – um grande alvo do diabo. Neste sermão aprendemos como a autonegação, o amor por Cristo e a obediência aos mandamentos protegem o coração de impureza e vergonha.

O Cinto da Verdade

A peça fundamental da armadura do cristão é, primeiramente, a verdade objetiva, a saber: as imutáveis doutrinas da fé. (Já a espada se trata da Escritura usada “ofensivamente” para tornar Cristo conhecido). Em segundo lugar, o cinto é a verdade subjetiva, veracidade e sinceridade, para as quais este sermão apresenta regras úteis.

Fortalecei-vos no Senhor

Este sermão apresenta a passagem introdutória à magnífica descrição da “armadura” cristã, a saber: tudo que é necessário na batalha espiritual para que nos defendamos dos ardis do diabo e para que preservemos e melhoremos a nossa instrumentalidade para o Senhor. Cada um desses itens é uma maravilha da graça e maravilhosamente eficaz.

Ministério Mútuo e o Culto

Após começar com o dever da conversação, admoestação e encorajamento entre crentes, o apóstolo passa à bênção do cantar de salmos, além de hinos e cânticos espirituais (explicados nesta mensagem). Além do mais, aprendemos sobre os elementos do verdadeiro culto (público e individual) e a importância de salmodiar ao Senhor no coração.

Benignidade, Pureza e Substância

Este sermão trata do dever e tesouro da benignidade para com o povo de Deus e de seus impedimentos, contrastados com o grande motivo: a total prontidão da natureza do amor de Cristo por nós, e o fato de Ele ter Se entregado por toda a eternidade. Aprendemos também acerca da necessidade de pureza, e … Continued

Os “Primeiros” Pecados

Chamamos de “primeiros” pecados aqueles que, além de profundamente ofensivos a Deus, também fixam profundas raízes em nosso caráter, promovendo outros pecados e moldando nossa inteira pessoa, ao passo que novas virtudes opostas a eles (promovidas com a ajuda do Senhor) levam à uma inteira vida de bênçãos e instrumentalidade.

A Nova Pessoa

Neste sermão temos primeiramente uma análise do triste estado do coração do perdido. Em seguida, dois níveis de transformação: (1) a conversão, onde o despir-se da velha vida e o vestir-se da nova vida são obra de Deus; e (2) os detalhes da santificação, onde os crentes recebem de Deus o poder para agir.

As Riquezas da Verdade

Nesta passagem, o apóstolo expõe o vital papel da igreja, como um todo, funcionando de maneira conjunta em evangelismo e em santificação. O agente chefe de tudo isso é “a verdade”. Neste sermão, buscamos apreciar mais completamente os privilégios e o poder da fé confiada a nós.

Crescimento Espiritual

Neste sermão, temos a definição de “unidade” como sendo um laço entre aqueles que são unidos a Cristo sendo feitos à Sua semelhança, e não como o ser membro de uma organização. Em seguida, aprendemos sobre a oposição que os crentes enfrentarão e a resposta de um viver santo. Finalmente, aprendemos sobre serviço e lealdade … Continued

O Propósito dos Pastores

Primeiramente, o apóstolo mostra que o ministério da igreja de Cristo foi descrito nas profecias. Em seguida, ele identifica os diferentes tipos de mestres por meio de seus deveres (aqui mostrados), e afirma os grandes objetivos de todos os ministérios – o ganhar de almas, a santificação e uma proximidade de Cristo.

A Unidade do Espírito

Começando com os pré-requisitos para a comunhão cristã, Paulo apresenta sete razões para uma íntima união nas igrejas, sendo cada uma dessas razões um encorajamento poderoso. Ele também mostra o que significa ser um corpo, sob um Espírito Santo, com uma eterna esperança, um Senhor, uma fé, um batismo e um Pai.

A Unidade do Espírito

Começando com os pré-requisitos para a comunhão cristã, Paulo apresenta sete razões para uma íntima união nas igrejas, sendo cada uma dessas razões um encorajamento poderoso. Ele também mostra o que significa ser um corpo, sob um Espírito Santo, com uma eterna esperança, um Senhor, uma fé, um batismo e um Pai.

A Vocação do Crente

Este sermão discorre primeiramente acerca na natureza do chamado de Deus: irresistível, transformador e a base da nossa certeza de salvação. Em segundo lugar, ele fala sobre o objetivo do chamado: perdão, liberdade, santidade e o céu; Em terceiro lugar, o caráter dos chamados: humildade, mansidão, paciência e longanimidade entre os crentes e para com … Continued

A Vocação do Crente

Este sermão discorre primeiramente acerca na natureza do chamado de Deus: irresistível, transformador e a base da nossa certeza de salvação. Em segundo lugar, ele fala sobre o objetivo do chamado: perdão, liberdade, santidade e o céu; Em terceiro lugar, o caráter dos chamados: humildade, mansidão, paciência e longanimidade entre os crentes e para com … Continued

Deus Glorificado na Igreja

A igreja verdadeira é uma demonstração da glória de Deus ao mundo. A natureza humana prefere valorizar personalidades, pregadores e até mesmo músicos e suas produções, mas o papel dado a nós por Deus é mostrar os frutos da obra da conversão e da santificação operadas dentro de nós.

A Necessidade Diária do Crente

Nessa passagem, o apóstolo ora para que os crentes tenham Cristo em seus corações (algo explicado neste sermão). E se nós estivermos arraigados e fundados em amor para com Ele, nós conheceremos mais do amor d’Ele para conosco. Aprendemos também qual é a dimensão da largura, comprimento, altura e profundidade desse amor.

A Vida Por Inteiro de um Crente

Nesses versículos, Paulo mostra a urgência por um maior conhecimento, não apenas de doutrinas, mas dos caminhos de Deus, de como Ele lida conosco e o quinhão dos crentes. Aprendemos também sobre aplicar a Palavra, sobre nossas metas, comportamento e o poder de obedecer e agradar a Deus.

Cristo Suportando a Cruz

Neste sermão, vemos a preeminência de Cristo, que se rebaixou a fim de ser o nosso bode expiatório e Salvador. Aprendemos também que Cristo previu as conquistas que Ele obteria, bem como o que Ele suportou na cruz do Calvário. Vemos também que Ele manteve uma fé obediente enquanto passava pelo mais profundo imaginável vale … Continued

A Presença de Deus

Os conselhos finais de Paulo põem diante de nós os seguintes deveres: a alegria cristã; manter vivas a fé e uma perspectiva espiritual; ser de um mesmo parecer como família e igreja local e manter a harmonia. Temos aqui os passos a serem tomados e o grande galardão da presença de Deus em nosso meio.

Testando-nos para a fé

Primeiro, o problema quando os crentes reformam seu comportamento, mas sem qualquer profundidade de arrependimento. Aqui está um conselho vital. Então Paulo nos diz que se Cristo está em nós, é bastante claro de ver. Aqui estão os sinais de Sua habitação em verdadeiros crentes.

Força para os Servos

Nesta passagem, o apóstolo Paulo revela que ele, de maneira misteriosa, passou pela experiência de ir ao paraíso, a fim de estar preparado para tudo o que ele haveria de suportar. Ele também fala das aflições que lhe sobrevieram para mantê-lo humilde, e para mostrar a ele e a nós que toda conquista é obra … Continued

Por que Paulo Sofreu

A labuta e os sofrimentos de Paulo: 1) contribuíram para a sua autenticação; 2) revelaram o seu amor por Cristo e pelas almas; 3) mostraram suas limitações humanas; 4) preservaram sua humildade; 5) equiparam-no para que ele pudesse confortar a outros; 6) expuseram a hostilidade humana; 7) aprofundaram-lhe o desejo pela glória e 8) estabeleceram … Continued

A Vida de Paulo

Com relutância, Paulo fala de sua vida e obra para defender o seu posto, tão atacado pelos hereges. Neste sermão aprendemos sobre o seu nível de comprometimento, de luta pela verdade e de sua fidelidade em trabalhos, privações e perseguições. Será que o nosso comprometimento tem sido diluído pela prosperidade, confortos e auto-bajulação de nossa … Continued

Defendendo a Igreja

Como os coríntios foram superficiais ao permitir a entrada de falsos mestres no meio deles! Só precisou que eles dissessem ser pregadores cristãos e ninguém lhes perguntou nada. Quando se deixa o discernimento de lado, o resultado são a ocorrência de conquistas satânicas. Uma guerra semelhante acontece em boas igrejas hoje em dia.

Dádivas: Semeadura e Colheita

As instruções do apóstolo quanto ao ato de ofertar têm, com frequência, surpreendido a muitos. Nesta passagem, vemos que a prioridade do Evangelho é enfatizada até mesmo na coleta de ofertas para alívio dos necessitados; vemos também uma preciosa lista de metas e atitudes, resultando em uma recompensa de enriquecimento espiritual, e não carnal.

A Mente de Cristo

Esta mensagem marca uma pausa na série de estudos em 2 Coríntios para uma reflexão na obra redentora de Cristo, examinando as afirmações feitas por Ele durante todo o Seu ministério terreno, prevendo os detalhes do Calvário e da ressurreição, que eram o alvo e triunfo de Seu imensurável amor pelo Seu povo.